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Painel Educação - Cleci Jurach

A secretária de Educação da Capital, Cleci Jurach, procurou colocar em questão, durante o painel sobre Educação promovido pela AMP no átrio do Santander Cultural, o perfil de professor ideal para trabalhar com o aluno oriundo dessa sociedade que, segundo o psicanalista Eduardo Ely Mendes Ribeiro, perdeu uma caminhada e está querendo relegar essa caminhada como um passado que não lhe pertence.
11/11/2011 Atualizada em 21/07/2023 10:58:38
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A secretária de Educação da Capital, Cleci Jurach, procurou colocar em questão o perfil de professor ideal para trabalhar com o aluno oriundo dessa sociedade que, segundo o psicanalista Eduardo Ely Mendes Ribeiro, perdeu uma caminhada e está querendo relegar essa caminhada como um passado que não lhe pertence. “Temos uma grande preocupação com esse individualismo, pois entendemos que Educação é um processo que vem sendo aprimorado ao longo dos anos dentro de sociedades diferenciadas. Houve épocas em que a figura paterna era essencial. Hoje, que tipo de famílias temos?“.



Cleci observou que, hoje, não existe mais apenas a figura paterna e que as responsabilidades, principalmente na área onde os municípios trabalham, que são escolas públicas de periferia, impõem muitas dificuldades ao processo de aprendizagem. “Isso nos leva a pensar o que podemos fazer para que determinado perfil de indivíduo possa crescer e ter oportunidades iguais às de quem frequenta escolas particulares”.



Cleci observou que embora Porto Alegre tenha aberto 5 mil vagas para a Educação Infantil, desde 2005, esse salto ainda é insuficiente. “Para cumprir o que está estabelecido como demanda, precisaria construir 160 escolas infantis. Desde 2005, construímos 55 e ainda temos um déficit. Precisamos mudar isso, mas é necessário um prazo maior para nos adequarmos à mudança do comportamento social recente, no qual as crianças ficavam em casa com a mãe, a avó ou outro responsável até terem idade escolar”.



A questão da inclusão foi outro tema abordado pela secretária. Segundo ela, é preciso olhar o tipo de trabalho que o professor fará, a forma de trabalhar com o aluno diferenciado. “Hoje, 6% dos 55 mil alunos da rede municipal são de inclusão. É preciso estar atento a esse perfil de estudante, ou iremos engrossar os números de repetência ou abandono da escola. A dificuldade de aprendizado nessas condições é evidente. Uma alternativa que temos trabalhado são as parcerias com instituições para proporcionar a eles um aprendizado voltado ao mundo do trabalho”, encerrou Cleci.
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