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MP diz que "endurecimento" levou órgão a ser alvo

Rodrigo Pinho, procurador-geral de Justiça de São Paulo voltou a cobrar o Legislativo federal uma maior velocidade na votação de medidas de execuções penais aos criminosos. Ele afirmou ainda que o "endurecimento" da atitude dos procuradores - que na semana passada entraram com uma medida cautelar na Justiça paulista bloqueando contas de uma facção criminosa que atua no Estado - é que motivou o atentado na sede do Ministério Público (MP) de São Paulo na madrugada desta segunda-feira (7/8). Uma bomba de fabricação caseira explodiu na porta do MP e causou a destruição da fachada do prédio e janelas dos edifícios vizinhos.
08/08/2006 Atualizada em 21/07/2023 10:57:14
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Rodrigo Pinho, procurador-geral de Justiça de São Paulo voltou a cobrar o Legislativo federal uma maior velocidade na votação de medidas de execuções penais aos criminosos. Ele afirmou ainda que o "endurecimento" da atitude dos procuradores - que na semana passada entraram com uma medida cautelar na Justiça paulista bloqueando contas de uma facção criminosa que atua no Estado - é que motivou o atentado na sede do Ministério Público (MP) de São Paulo na madrugada desta segunda-feira (7/8). Uma bomba de fabricação caseira explodiu na porta do MP e causou a destruição da fachada do prédio e janelas dos edifícios vizinhos.


Em maio deste ano, Pinho propôs ao senador Romeu Tuma (PFL-SP), membro da comissão de Segurança do Senado, que presos líderes que influenciam negativamente o comportamento de outros detentos possam cumprir pena no RDD por tempo indeterminado. Atualmente, o prazo máximo de permanência no regime -que restringe visitas, acesso a meios de comunicação e banhos de sol - é de 180 dias."Não há outra maneira de tratar o fato. Se não houver agilidade, fatos ainda mais graves deverão acontecer", disse.


O procurador geral afirmou ainda que mesmo após o atentado ocorrido ontem não haverá paralisação, ou mesmo a redução das atividades dos profissionais do órgão. "Isso seria a redenção aos criminosos" justificou.
A Ordem dos Advogados do Brasil, secção São Paulo, (OAB-SP) não se pronunciou a respeito dos atentados que vêm ocorrendo no estado.


Também nesta segunda-feira (7/8) a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP) - entidade representativa de todos os Promotores e Procuradores de Justiça do País - manifestou seu repúdio aos crimes que vem ocorrendo em São Paulo. "A CONAMP alia-se à Associação Paulista do Ministério Público (APMP) para enfrentamento das dificuldades e superação dos atos praticados por criminosos", diz o comunicado que reitera a confiança no governo do estado.


"Reafirmamos o respeito e a confiança na Polícia Militar do Estado de São Paulo, que atua com profissionalismo e seriedade, visando estabelecer a paz social, na identificação dos bárbaros autores destes crimes para pronta e exemplar punição", diz a nota.


Fonte: Gazeta Mercantil

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