
Superada a fase de negociações no âmbito do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado, chegamos a um impasse com o governo na concepção de um projeto adequado para a reforma da previdência gaúcha. Apesar de termos contribuído amplamente na análise e sugestão de alternativas para a proposta inconstitucional, ilegal e imoral do Executivo, nossas considerações acabaram desconsideradas, ainda que acolhidas pelo próprio Conselho.
Dinte disso, partimos para uma nova etapa, uma vez que o foro de discussões acerca do tema, daqui para a frente, será a Assembleia Legislativa. Desde quarta-feira, desencadeamos uma série de visitas a deputados líderes de diferentes partidos, buscando mostrar nossa disposião em debater o assunto de forma séria, criteriosa e responsável. O movimento deverá continuar até que tenhamos atingido a todos os 55 parlamentares.
Assim, mais do que nunca é importante que os colegas intensifiquem os contatos com deputados de suas regiões para abrir canais de comunicação que nos permitam apresentar os argumentos necessários para uma interpretação correta do tema. É compromisso de toda a classe lutar para assegurar a construção de um modelo de previdência saudável e capaz de oferecer aos servidores públicos gaúchos a aposentadoria à qual fazem jus e pela qual temos contribuído religiosamente ao longo da história.